sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Agradecimentos especiais (Em construção)

Após nossa última apresentação do ano, queremos fazer alguns agradecimentos especiais:


"AEW GALERA!!!

VALEU MAIS UMA VEZ!! SENTIR ESSA ENERGIA DE PALCO COM
VOCÊS, ESPERO NOS VERMOS TODOS NO NATAL.......

UMA ABRAÇÃO!

FIQUEM COM DEUS!

E TÉ +

PS: E MUITA , MUITA ENERGIA P/ TODOS NÃO DORMIREM NA MESA DO TRABALHO,
POR QUE EU TÔ QUASE!!! RSRSSSSS"

--
Rodrigo Cristalino
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"Bom dia!

Eu queria agradecer a todos por mais um dia memorável.
Em especial a Simone, a Cindy, o Elias e o Anderson que aceitaram fechar com chave
de ouro a participação nessa peça maravilhosa.
Queria agradecer ao Fê(ssor) que teve a ideia genial, e a todos que mesmo se cansando, não pararam de fazer o barulho de boca (que cá entre nós, cansa demais! hahaha).
Eu queria agradecer a todos que tiveram paciência para me esperar nos ensaios.

Eu queria agradecer a família Amizarte por ter me acolhido.

Um sorriso pra vocês =)

Bons Ventos"

Herácliton Caleb
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"Ai que Lindo Ro e Caleb!
Até fico emocionada com suas palavras!

Sério mesmo!

Acho que todos nós temos que agradecer a participação Simone, a Cindy, o Elias e o Anderson, por aceitarem e participarem de forma maravilhosa!
Nossa apresentação ontem teve nossas pequenas falhas, mas não deixou de ser uma linda apresentação que vai ficar na memória para sempre!
Acredito que a expressão "fechar com chave de ouro" seja na verdade fechar o ano com chave de ouro, afinal acho que nenhum de nós quer que O BANDO pare por aqui.

Somos uma família, a família AmiZarte, alguns de nós precisaram sair de casa, buscar novos horizontes, mas não deixarão de fazer parte dessa grande família! Eles sempre voltarão para nos visitar e por que não voltar para casa? As portas estarão sempre abertas!

Beijos!
"Bons Ventos!", "Muitas energias positivas" e "Muitos sorrisos" pra todos vocês!"

Tina Chaves
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Parabéns AmiZarte!
Feliz Natal a todos e que no ano que nos espera tenhamos muito mais realizações, afinal "Podemos fazer muito mais que isso!"

Beijos e até a próxima!

Por Tina Chaves

sábado, 19 de dezembro de 2009

VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU



Pessoal, no ano que vem a peça volta em cartaz, então não percam a oportunidade de ve-los!
Eu quero ir novamente, venha você também!

VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU, de Carlos Alberto Soffredini
Direção Geral: Péricles Martins
Direção Coreográfica: Murilo Possebon
Local: TEATRO RECRIARTE
Rua: Fradique Coutinho, 994 - Vila Madalena - 3034-5598

ESPERO POR VCS!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O Bando no Municipal 21/12

Oi Galera!

Mais uma oportunidade de ver O BANDO ainda nesse ano!

Foi confirmada a nossa participação com " O Bando " no Teatro Municipal de Osasco dia 21 de Dezembro as 19:30!
Uma noite com poesia, musica e teatro, além da exposição e sorteio de obras de arte!
Ingressos: R$10,00

Não Percam!

Espero vocês Lá!

Beijo - Bons ventos

Tina Chaves!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

CENAS - Teatro NeXt


Pessoal!
Mais uma apresentação para assistirmos:

Dias 15 e 22 de dezembro (terças-feiras)
às 20:30
No Teatro NeXt (Rua Rego Freitas, 454 - próximo a igreja da Consolação e ao metro republica
Peça feita de recortes indo da história comicamente adaptada do Alienista de Machado de Assis à Edipo Rei uma tragédia grega histórica.
Ingressos: R$12,00

Quem quiser ir será necessário reservar os ingressos com a Vê (vears.sp@gmail.com).

Beijos e boa semana a todos!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Que Diabos..As Obras De Um Qorpo Santo


só para conhecermos melhor, uma breve biografia...
José Joaquim de Campos Leão, conhecido como Qorpo Santo (Triunfo, 19 de abril 1829 — Porto Alegre, 1 de maio de 1883) foi um dramaturgo brasileiro.

José Joaquim Leão, natural da vila do Triunfo, interior do Rio Grande do Sul, vai para Porto Alegre em 1840, já órfão de pai, para estudar gramática e conseguir emprego na capital, habilitando-se ao exercício do magistério público, que passou a exercer a partir de 1851.

Casa-se em 1855 e, em 1857, muda-se com a família para Alegrete, cidade na qual funda um colégio, adquirindo respeitabilidade como figura pública, escrevendo para jornais locais e ocupando ainda cargos públicos de delegado de polícia e vereador.

Em 1861, de volta a Porto Alegre, segue a carreira de professor e começa a escrever sua Ensiqlopédia ou seis mezes de huma enfermidade. Parecem manifestar-se, neste momento, os primeiros sinais de seus transtornos psíquicos, rotulados então sob o diagnóstico de “monomania”, sendo afastado do ensino e interditado judicialmente a pedido da própria família. QS não aceita pacificamente este seu enquadramento psiquiátrico, recorrendo ao Rio de Janeiro, sendo examinado então por médicos daquela capital, que diferem do diagnóstico inicial e não endossam sua interdição judicial.

Todavia, o estigma estava posto, e o autor se vê cada vez mais isolado. Este isolamento social parece incitá-lo a escrever febrilmente, e o leva ademais a constituir sua própria gráfica, na qual viabiliza e edita sua produção textual.
[editar] Obras

* Certa identidade em busca de outra
* Eu sou vida eu não sou morte
* Um credor da Fazenda Nacional
* As relações naturais
* Hoje sou um; e amanhã sou outro
* Um assovio
* Um parto
* Hóspede atrevido ou O brilhante escondido
* A impossibilidade da santificação ou A santificação transformada
* Dois irmãos
* A separação de dois esposos
* La
* Lanterna de fogo

Sobre a Obra

Foram necessários quase cem anos, a partir da publicação original dos textos de autor gaúcho do século XIX, José Joaquim de Campos Leão, nome ao qual o próprio autor acrescentou a alcunha de Qorpo-Santo (QS), para que sua obra conquistasse reconhecimento devido aos esforços de muitos intelectuais que assim o quiseram e para tal trabalharam, na década de 1960.

Alguns críticos datando desta republicação, destacando-se o editor de seu teatro completo, Guilhermino César, buscaram situá-lo como precursor de modernas tendências da arte teatral, a princípio o teatro do absurdo -na época, pretendendo atribuir-lhe a paternidade desta moderna corrente teatral- e mais tarde querendo situá-lo como antecessor movimento surrealista.

Flávio Aguiar descreve a época do relançamento das obras, muito bem recebido, com análise profunda, ao seu Os homens precários -ainda na década de 1970, bem como a tendência dos intelectuais de glorificá-lo como um criador do tão famoso e moderno teatro do absurdo. Enquanto Eudinyr Fraga, em trabalho datado aos anos 80, defende que QS seja enquadrado como autor surrealista, por fazer uso constante em seu texto do chamado "automatismo psíquico", que caracterizaria aquela corrente estética: "Suas personagens são sempre projeção dele próprio, e com ele muitas vezes se confundem, como observamos pelo conhecimento de sua biografia. Inclusive, deixam a categoria de personagens e assumem um tom discursivo, lamentando as infelicidades e as injustiças sofridas pelo criador. Por outro lado, não tem preocupações estéticas. Suas lamúrias estão sempre a um nível existencial, ou melhor, individual. Sua obra visa satisfazer uma necessidade interior que a expressão determina”.

Hoje, QS é visto como um indivíduo criativo e fora de seu tempo, não se propõe mais sua suposta intenção como inovador da estética, mas como um artista envolvido e dedicado intimamente à sua obra, tanto que, por vezes, sua mente invade os personagens liberando seu discurso como uma colagem desconexa da lógica da personagem.



Fonte: Wikipedia

De: Thomas Albuquerqe

Retirado da página: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=87178854&tid=5379160673813064453&na=3&nst=11&nid=87178854-5379160673813064453-5382515593051869672

domingo, 6 de dezembro de 2009

Que Diabos..As Obras De Um Qorpo Santo


Pessoal, acho que nem todos viram, mas o pessoal da A'tua nos convidou para ver uma apresentação deles.

O convite está na nossa comunidade:

Que Diabos..As Obras De Um Qorpo Santo
Pessoal do Amiza...

Nós do A'Tua vamos apresentar nos dias 19 e 20/12 o Espetáculo "Que Diabos! As Obras De Um Qorpo Santo, baseado na obra do autor gaucho José Joaquim de Campos Leão, (vulgo Qorpo Santo) chamada "Dous Irmãos - Notas Para Uma Comédia"


mandei o convite para alguns membros no recado,mas deixo aqui também.


merda pra nóis e pr'ocês!!!

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=90638109&tid=5412198189320643990&na=4

Tina Chaves

sábado, 5 de dezembro de 2009

Pena, Brasil!


Peça: Pena, Brasil Teatro Recriarte Domingos de 22/11 à 13/12 às 18:30 e às 20:00

Mais informações: http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=709511019113390360&aid=1258384008

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Vem buscar-me que ainda sou teu



Olá pessoal segue mensagem da nossa amiga Amanda:

"ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES!!!

VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU, de Carlos Alberto Soffredini
Direção Geral: Péricles Martins
Direção Coreográfica: Murilo Possebon
Temporada: De 24 de novembro a 09 de dezembro
Terças e Quartas-feiras às 20:30hs
Apresentações extra 16 e 18 de dezembro (quarta e sexta-feira)

Entrada: 1kg de alimento não perecível ou R$ 5,00 (campanha social)
* Os ingressos serão distribuidos 1h antes.
Local: TEATRO RECRIARTE
Rua: Fradique Coutinho, 994 - Vila Madalena - 3034-5598

ESPERO POR VCS!"

Amanda Pereira
Fonte: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=12773989597005517043

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Lenda do Milho (por Tina Chaves)

Olá pessoal!
Seguem abaixo várias páginas onde encontrei diferentes lendas da origem do milho.
Espero que ajude!
Beijos!
Tina!


A LENDA DO MILHO
Há muitos anos havia uma grande tribo cujo chefe era um velho índio.
Era um índio muito bom e que estava sempre preocupado com a felicidade da sua tribo.
Um dia, sentindo-se muito cansado e doente, pressentindo que estava para morrer, chamou os seus filhos e disse-lhes que quando morresse o enterrasse no meio da oca. E disse-lhes mais:
-- Três dias depois de me enterrarem, surgirá de minha cova uma planta bem viçosa que depois de algum tempo produzirá muitas sementes. Quando virem a planta crescer e as lindas espigas aparecerem, não as comam, guardem-nas e plante-as.
Os dias se passaram, o velho índio morreu e os filhos fizeram-lhe tal qual o pai ordenara.
E como o velho índio dissera, surgiu de sua cova uma linda planta com belas espigas cheias de grãos dourados.
Os índios ficaram contentes, a tribo enriqueceu e passaram então a cultivar o milho com muito carinho. E assim surgiu o milho, diz a lenda.

OUTRAS LENDAS
Sobre a origem do milho há varias lendas indígenaS no Brasil e América espanhola.
A lenda guarani conta a luta mortal entre dois guerreiros. Por uma determinação do grande espírito para que a tribo conseguisse comida, o vencido foi enterrado e de sua cova nasceu um vegetal, o milho.
Batizado de avante (MILHO) é ligado a cultos aparece considerado um signo divino com uma constelação denominada Salamanca (folha de milho).
Monteiro lobato aproveitou-se muito dele, pelas mãos do personagem tia Anastácia, fez espiga de milho filosofa e cientista que andava e falava como os seres humano (O Visconde de Sabugosa) e sabia mais do que qualquer pessoa do sitio do pica - pau amarelo.
Fonte: http://www.smec.salvador.ba.gov.br/net/piraja/LENDAS.htm

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Lendas do Milho

Uma lenda pareci da origem do milho: Um grande chefe pareci, dos primeiros tempos da tribo, Ainotarê, sentindo que a morte se aproximava, chamou seu filho Kaleitôe e ordenou-lhe que o enterrasse no meio da roça assim que terminasse os seus dias. Avisou, porém, que, três dias depois da inundação, brotaria de sua cova uma planta que, algum tempo depois, rebentaria em sementes. Disse-lhe que não a comesse: guardasse-a para a replanta, e ganharia a tribo um recurso precioso. Assim se fez; e apareceu o milho entre eles. (Clemente Brandenburger, Lendas dos Nossos Índios, 33, Rio de Janeiro, 1931).

A lenda guarani da origem do milho (Zea mays) também envolve o sacrifício humano: Dois
guerreiros procuravam inutilmente caça e pesca e desanimavam de encontrar alimento para a família, quando apareceu um enviado de Nhandeiara (o grande espírito) dizendo ser uma luta entre os indígenas a solução única. O vencido seria sepultado ali mesmo, e de sua sepultura nasceria uma planta, que alimentaria a todos, dando de comer e beber. Lutaram os dois, e sucumbiu Avati. De sua cova nasceu o milho, avati, abati, no idioma tupi. (P.e Carlos Teschauer, Avifauna e Flora, etc., 162-163, Porto Alegre, 1925).

Do México até Paraná, o milho está articulado com os antigos cultos pré-coloniais, figurando nos relevos, signo divino, personalizado por Mama Sara, e sendo mesmo uma constelação (sara-manca - folha de milho).
Depois da mandioca, o complexo etnográfico do milho é o mais vasto e com projeção folclórica pela culinária tradicional (pamonha, canjica, mungunzá, pipocas, espiga de milho assado, farinha de milho, etc.).

Dicionário do Folclore Brasileiro / Câmara Cascudo. - Rio de Janeiro: Ediouro Publicações S.A. sem data


Volta para Mitos e Lendas da Região Centro-Oeste
Volta ao Topo Vai para Entes Fantásticos

http://www.terrabrasileira.net/folclore/regioes/3contos/milho.html
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08/11/07
A lenda do milho
Há muitos anos havia uma grande tribo cujo chefe era um velho índio que estava sempre preocupado com o bem-estar da sua tribo. Um dia, sentindo-se muito cansado e doente, achando que ia morrer, chamou os seus filhos e pediu que fosse enterrado no meio da oca. E disse-lhes ainda: -- Três dias depois de me enterrarem, surgirá de minha cova uma planta bem viçosa que depois de algum tempo produzirá muitas sementes. A planta vai crescer e vão aparecer lindas espigas. Não comam nenhuma. Guardem as sementes para plantar. Após alguns dias o índio morreu e os filhos obedeceram seu desejo. E como o velho índio dissera, surgiu de sua cova uma linda planta com belas espigas cheias de grãos dourados. Os índios ficaram felizes e a tribo passou a cultivar o milho.
http://primeiramordida.blogspot.com/2007/11/lenda-do-milho.html
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A Lenda mais parecida com a do texto encontra-se nesta página:http://recantodasletras.uol.com.br/contos/1405557
Porém não é possível fazer uma cópia dela.
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A Lenda do Milho
A LENDA DO MILHO
Nos campos começaram a escassear os animais. Nos rios e nas lagoas, dificilmente se via a mancha prateada de um peixe. Nas matas já não havia frutas, nem por lá apareciam caças de grande porte: onças, capivaras, antas, veados ou tamanduás. No ar do entardecer, já não se ouvia o chamado dos macucos e dos jacus, pois as fruteiras tinham secado.

Os índios, que ainda não plantavam roças, estavam atravessando um período de penúria. Nas tabas tinha desaparecido a alegria, causada pela abastança de outros tempos. Suas ocas não eram menos tristes. Os velhos, desconsolados, passavam o dia dormindo na esteira, à espera de que Tupã lhes mandasse um porungo de mel. As mulheres formavam roda no terreiro e lamentavam a pobreza em que viviam. Os curumins cochilavam por ali, tristinhos, de barriga vazia. E os varões da tribo, não sabendo mais o que fazer, trocavam pernas pelas matas, onde já não armavam mais laços, mundéus e outras armadilhas. Armá-los para quê? Nos carreiros de caça, o tempo havia desmanchado os rastos, pois eles datavam de outras luas, de outros tempos mais felizes.

E o sofrimento foi tal que, certa vez, numa clareira do bosque, dois índios amigos, da tribo dos guaranis, resolveram recorrer ao poder de Nhandeyara, o grande espírito. Eles bem sabiam que o atendimento do seu pedido estava condicionado a um sacrifício. Mas que fazer? Preferiram arcar com tremendas responsabilidades a verem a sua tribo e seus parentes morrerem de inanição, a míngua de recursos.

Tomaram essa resolução e, a fim de esperar o que desejavam, se estenderam na relva esturricada. Veio a noite. Tudo caiu num pesado silêncio, pois já não havia vozes de seres vivos. De repente, a dois passos de distância, surgiu-lhe pela frente um enviado de Nhandeyara.

– Que desejais do grande espírito? – Perguntou.

– Pedimos nova espécie de alimento, para nutrir a nós mesmos e a nossas famílias, pois a caça, a pesca e as frutas parecem ter desaparecido da terra.

– Está bem – respondeu o emissário. Nhandeyara está disposto a atender ao vosso pedido. Mas para isso, deveis lutar comigo, até que o mais fraco perca a vida.

Os dois índios aceitaram o ajuste e se atiraram ao emissário do grande espírito. Durante algum tempo só se ouviu o arquejar dos lutadores, o baque dos corpos atirados ao chão, o crepitar da areia solta atirada sobre as ervas próximas. Dali a pouco, o mais fraco dos dois ergueu os braços, apertou a cabeça entre as mãos e rolou na clareira...

Estava morto. O amigo penalizado, enterrou-o nas proximidades do local.

Na primavera seguinte, como por encanto, na sepultura de Auaty (assim se chamava o índio) brotou um linda planta de grandes folhas verdes e douradas espigas. Em homenagem a esse índio sacrificado em benefício da tribo, os guaranis deram o nome de auaty, ao milho, seu novo alimento.

(LESSA, Barbosa (org.). Estórias e Lendas do Rio Grande do Sul)


Beijocas!!!
http://www.scrapbookbrasil.com/comunidade/showthread.php?t=3490
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sábado, 10 de outubro de 2009

Mise-en-Scène



Nossa 1ª Mostra foi um sucesso: Casa cheia, muitos aplausos e elogios!
Nossa Cia aos poucos cresce e fica ainda mais gostoso trabalhar a arte com vocês!
Beijos e Bons Ventos!

E que venham as próximas apresentações!
AGUARDEM!!!